quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Conexão Vida 2011

Conexão Vida 2011 - Ame como Jesus!


Programação semanal:

- Sexta-feiras: Vigilia no espaço conexão vida sempre as 23h

-Sábados: Grupo vida do conexão, sempre na casa de algum jovem as 20h. (Ponto de encontro é na igreja as 19:30h)

- Domingos: Escola dominical as 10h e Culto as 19:30h 

Contatos:
Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=10031318170031976074&rl=t 
Twitter:  http://twitter.com/conexaovidasjrp

Welington: 9206-0480
Matheus - 9178.6376
Alex: - 8107.3482
Alessandro: 9775.6303



 

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

A Igreja rumo à maturidade

A Igreja rumo à maturidade

 

Warren Wiersbe, insigne comentarista bíblico, diz que o apóstolo Paulo oferece-nos três retratos da igreja em sua Primeira Carta aos Coríntios, capítulo três: a igreja é uma família cujo alvo é a maturidade; a igreja é um campo cujo propósito é a quantidade; e, a igreja é um edifício, cuja finalidade é a qualidade. Vamos considerar essas três figuras.

1. A igreja é uma família, cujo alvo é a maturidade (1Co 3.1-5). Na igreja de Corinto o processo de maturidade espiritual estava atrasado. Os crentes ainda eram crianças em Cristo, imaturos e, estavam bebendo leite, quando deveriam ser pessoas adultas e maduras na fé. Por serem crianças espirituais estavam andando segundo o homem e criando partidos dentro da igreja, promovendo o culto à personalidade. Na igreja de Corinto havia quatro partidos: o partido de Paulo, de Cefas, de Apolo e de Cristo. Não que esses líderes contribuíssem para essa atitude carnal; ao contrário, combatiam-na com tenacidade. Um crente imaturo tem sempre a tendência de seguir um líder e tornar-se dependente dele, em vez de ter um relacionamento pessoal com Jesus. Um crente carnal sente-se mais seguro sob a sombra de alguém do que caminhar resoluto com os olhos fitos em Deus. Um crente carnal é um crente a reboque como Ló; se a corda que o prende a seu líder se romper, ele fica à deriva. Paulo diz que a igreja é uma família, onde essas crianças espirituais precisam crescer rumo à maturidade.
2. A igreja é um campo, cujo propósito é a quantidade (1Co 3.6-9a). Paulo muda a metáfora da família para o campo e passa da linguagem doméstica para a faina da agricultura. Se o alvo da família é a maturidade, o alvo do campo é a quantidade. Num contexto de disputas e invejas dentro da igreja, Paulo afirma que um planta, o outro rega, mas o crescimento vem de Deus. Quem deve receber a glória pelos resultados da colheita não é o que planta nem o que rega, mas Deus, que dá o crescimento. Quem planta ou quem rega, ambos devem ter o mesmo propósito. Eles visam o mesmo resultado. Por isso, vão receber sua recompensa. Porém, precisamos entender que somos apenas cooperadores de Deus e lavoura de Deus. Ao mesmo tempo em que somos cooperadores de Deus, ou seja, semeadores que cuidam da semente para que ela brote, cresça e tenha condições de frutificar, também, somos a própria lavoura de Deus que deve produzir muito fruto, a fim de que Deus seja glorificado.
3. A igreja é um edifício, cuja finalidade é a qualidade (1Co 3.9b-17). Ao tratar da igreja, mais uma vez Paulo muda a metáfora. Agora faz uma transição do campo para o edifício, da quantidade para a qualidade. A igreja é um edifício. Esse edifício tem um fundamento, que é Cristo. Ninguém pode lançar outro fundamento. Edificar nossa vida espiritual sobre outra base é consumada insensatez. É como construir sobre a areia. É construir para o desastre. Sobre o fundamento que é Cristo precisamos construir com materiais nobres e duradouros como ouro, prata e pedras preciosas. O uso de materiais perecíveis como madeira, palha e feno não suportaria a prova de fogo e o resultado é que essa obra pereceria irremediavelmente. Esse edifício precisa ter qualidade. A vida cristã é uma vida de excelência e não de incúria e descuido espiritual. Paulo usa esta figura para mostrar que esse edifício é o próprio santuário de Deus, e esse santuário não é um monumento morto, mas um edifício vivo, pois nós somos o santuário de Deus e ele habita em nós. Porque Deus habita em nós, esse santuário é sagrado e não pode ser destruído. Esse santuário é o nosso corpo e devemos glorificar a Deus nele, sabendo que se nos dedicarmos a uma construção com qualidade receberemos de Deus o galardão.

Texto retirado do site do Rev. Hernandes Dias Lopes

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Feliz 2011 - Conexão Vida

Fala Galera,
Mais um ano se iniciando e 2011 promete para nosso grupo!!
Muitas programações irão rolar já no inicio do ano, em março já teremos nosso acampamento, então vamos orar muito para que Deus nos direcione neste ano e para que rios de Bençãos fluam através de nossa galera!!!

Que essas imagens possam fazer parte da nossa rotina neste ano!




Conexão vida 2011

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Você quer namorar comigo?

Você quer namorar comigo?

A pergunta é simples e a resposta mais ainda, sim ou não.
E se for sim?

Muitos diriam: “simples, o namoro iria começar.”, mas não é tão simples assim, pra falar a verdade, não é nada simples. Já conversei com algumas pessoas sobre isso e a maioria diz que o namoro é um simples relacionamento “só para testar”, o famoso test-drive, “se ele(a) for do jeito que eu quero, eu caso.” Outros ainda dizem que só estão curtindo um momento e que não querem nada sério com aquela pessoa. Discordo totalmente dessas afirmações.

Namorar é ter um compromisso sério com Deus e conseqüentemente com seu namorado(a) . Ao contrário do que muitos pensam, inclusive cristãos, o namoro não serve para testar, pois você nunca vai achar alguém “perfeito”. Não devemos namorar pra conhecer, devemos conhecer pra namorar.

O namoro deve ter um objetivo, nada de curtir o momento. Esse relacionamento serve com um treino para o casamento. No namoro vamos aprender a lidar com a personalidade e as falhas do outro. Vamos aprender a renunciar algumas coisas e respeitar as diferenças. Assim como o grau de intimidade entre namorados é maior do que entre amigos, a intimidade com Deus de quem namora deve ser maior.

O  namoro não é para satisfazer nossas vontades, nossos desejos. Ele é para a honra e glória do Senhor. Portanto, por nossas próprias forças e vontades,  não tem como dar certo. Porque, o foco está errado. O que  vai manter os dois unidos é o amor de Deus. Para que o namoro resista devemos estar cheios do amor dEle e transbordar esse amor no relacionamento. Assim os namorados vão conseguir resistir a todas as dificuldades de um relacionamento sério e vão conseguir vencer a lutas contra o diabo.  Pode ter certeza que se o namoro for sério e para honra e glória de Deus o diabo vai tentar destruir, mas devemos estar firmes com Deus e sua palavra para vencermos o inimigo.


Existem várias passagens da bíblia que servem para os namorados, mas essa explica bem como deve ser um namoro santo pra glória de Deus. Sempre li esse texto que é muito conhecido (Gálatas 5:16-23), mas só percebi que ele serve muito pro namoro depois que comecei a namorar.

16 Digo, porém: andai no Espírito e jamais satisfareis à concupiscência da carne. 17 Porque a carne milita contra o Espírito, e o Espírito, contra a carne, porque são opostos entre si; para que não façais o que, porventura, seja do vosso querer. 18 Mas, se sois guiados pelo Espírito, não estais sob a lei. 19 Ora, as obras da carne são conhecidas e são: prostituição, impureza, lascívia, 20 idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções, 21 invejas, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, a respeito das quais eu vos declaro, como já, outrora, vos preveni, que não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam. 22 Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, 23 mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei.

Não preciso dizer mais nada.

Pedro Pamploma  – Você quer namorar comigo?

*** Texto retirado do blog Não Morda a Maçã ***

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

A Escola do Deserto

A escola do deserto


Deus treina seus líderes mais importantes na escola do deserto. Moisés, Elias e Paulo foram treinados por Deus no deserto. O próprio Jesus antes de iniciar o seu ministério passou quarenta dias no deserto. O deserto não é um acidente de percurso, mas uma agenda de Deus, a escola de Deus. É o próprio Deus quem nos matricula na escola do deserto. O deserto é a escola superior do Espírito Santo, onde Deus trabalha em nós antes de trabalhar através de nós. Deus nos leva para essa escola não para nos exaltar, mas para nos humilhar. Essa é a escola do quebrantamento, onde todos os holofotes da fama se apagam e passamos a depender total e exclusivamente da graça de Deus e da provisão de Deus e não dos nossos próprios recursos. Destacaremos, aqui, três verdades importantes:


1. Na escola do deserto aprendemos que Deus está mais interessado em quem somos do que naquilo que fazemos - Deus nos leva para o deserto para falar-nos ao coração. No deserto ele nos humilha não para nos destruir, mas para nos restaurar. No deserto, Deus trabalha em nós antes de trabalhar através de nós, provando que ele está mais interessado em nossa vida do que em nosso trabalho. Vida com Deus precede trabalho para Deus. Motivação é mais importante do que realização. Nossa maior prioridade não é fazer a obra de Deus, mas ter intimidade com o Deus da obra. O Deus da obra é mais importante do que a obra de Deus. Quando Jesus chamou os doze apóstolos, designou-os para estarem com ele; só então, os enviou a pregar.


2. Na escola do deserto aprendemos a depender mais do provedor do que da provisão – Quando o profeta Elias foi arrancado do palácio do rei e enviado para o deserto, ele deveria beber da fonte de Querite e ser alimentado pelos corvos. Naquele esconderijo no deserto, o profeta deveria depender do provedor mais do que da provisão. Deus o sustentaria ou ele pereceria. Deus nos leva para o deserto para nos mostrar que dependemos mais dos seus recursos do que dos nossos próprios recursos. É fácil depender da provisão quando nós a temos e a administramos. Mas na escola do deserto aprendemos que nosso sustento vem do provedor e não da provisão. Quando nossa provisão acaba, Deus sabe onde estamos, para onde devemos ir e o que devemos fazer. A nossa fonte pode secar, mas o manancial de Deus jamais deixa de jorrar. Os nossos recursos podem escassear, mas os celeiros de Deus continuam abarrotados. Nessas horas precisamos aprender a depender do provedor mais do que da provisão.


3. Na escola do deserto aprendemos que o treinamento de Deus tem o propósito de nos capacitar para uma grande obra – Todas as pessoas que foram treinadas por Deus no deserto foram grandemente usadas por Deus. Quanto mais intenso é o treinamento, mais podemos ser instrumentalizados pelo Altíssimo. Porque Moisés foi treinado por Deus quarenta anos no deserto, pôde libertar Israel da escravidão e guiar esse povo rumo à terra prometida. Porque Elias foi graduado na escola do deserto pôde enfrentar, com galhardia, a fúria do ímpio rei Acabe e trazer de volta a nação apóstata para a presença de Deus. Porque Paulo passou três anos no deserto da Arábia, ele foi preparado por Deus para ser o maior líder do Cristianismo. Quando Deus nos leva para o deserto é para nos equipar e depois nos usar com graça e poder em sua obra. Deus não desperdiça sofrimento na vida dos seus filhos. Ele os treina na escola do deserto e depois os usa com grande poder na sua obra. Não precisamos ter medo do deserto, se aquele que nos leva para essa escola está no comando desse treinamento. O programa do deserto é intenso. O curso é muito puxado. Mas, aqueles que se graduam nessa escola são instrumentalizados e grandemente usados por Deus!

** Texto retirado do site do pastor Rev. Hernandes D. Lopes **